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Poemas |
AMOR À COLÔNIA DO GURGUÉIA
Tu és uma das mais lindas
De todas que eu conheci
Se existe amor verdadeiro
Esse amor sinto por ti
O teu canto me acalenta
E me faz em ti pensar
Se ti amar for um sonho
Não quero nunca acordar
Viver é maravilhoso
Contigo é bom demais
Pra viver sempre ao teu lado
Deixei o mundo pra traz
Colônia tu és minha vida
O meu amor é por ti
Declamarei o teu nome
Para o mundo inteiro ouvir
(Adelmir Andrade)
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COLÔNIA DO GURGUÉIA, FONTE DE RIQUEZAS
Nas margens do rio Gurguéia
Tem uma fonte de riquezas
Terra que produz fartura
Povo de imensa grandeza
Feliz é o bravo homem
Que um dia ali apeou
Pois encontrou no Gurguéia
Um colo pleno de amor
A Colônia do Gurguéia
É o melhor lugar do mundo
Amamos esta cidade
Com sentimento profundo
Esta é a terra prometida
Dada pra nós cultivar
Só vamos sair daqui
Quando Jesus nos chamar
(Adelmir Andrade)
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TRIBUTO A COLÔNIA DO GURGUÉIA
A FACE DE COLÔNIA DO GURGUÉIA
Viva Colônia do Gurguéia que foi iluminada pelo brilhante sol daquela matutina manhã que deu inicio a tua criação.
Trazendo consigo um árduoso calor que contagiou o homem que em ti fizeram caminhos para as outras gerações.
Viva Colônia do Gurguéia por muitas águas doces, e tuas terras férteis, que em ti desperta a visão de muitos olhares na tua direção.
Viva Colônia do Gurguéia pelo valente homem que ti cuida e habita em ti, orgulhoso ti fazes ri, e deixa-te habitar com amor em seus corações.
Viva tua face que com o teu sorriso largo, faz vê-te desde o verde das matas até as escuras serras depois que o sol se põe.
Viva Colônia do Gurguéia e o simples povo que tem, que honra-te e o teu canto que entre outros é entoado com a mais bela canção.
Viva Colônia do Gurguéia no Nordeste do meu Brasil no sul do meu Piauí, tuas terras faz viver a todos que habitam aqui, cultivando os grãos com amor que sempre brotou de ti.
(Adelmir Andrade)
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TEMPOS DE CRIANÇA
Da terra onde nasci
Hoje só tenho lembranças
Foi lá que eu vi o mundo
Dei os meus primeiros passos
Mas as passadas da vida
Me levou pra outro rumo
Só me restando saudades
Daquela bendita terra
E dos meus tempos de criança.
(Adelmir Andrade)
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ADOLESCENTE
Quando olho no espelho
Muito feliz eu me sinto
Sou jovem sou elegante
Todos se babam por mim
Sou realista eu não minto.
O meu corpo é esbelto
Meu cabelo é lindo a cor
Olhos grandes pro futuro
No meu peito muito amor
Como toda adolescente
Eu tenho um sonho também
Quero um dia me casar
Mas não vou dizer com quem
Como eu já disse sou jovem
Ainda estou na puberdade
Sou pequena no tamanho
Mas tenho amor de verdade
Apesar de eu ser mulher
Sou destaque na família
Tanto na beleza física
Como também na simpatia
Todo mundo me adora
Por quê? Isso eu faço idéia
Deve ser porque eu sou
A Colônia do Gurguéia.
(Adelmir Andrade)
21/04/2006
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FESTA DE DEBUTANTE
AOS 15 ANOS DE COLÔNIA DO GURGUÉIA
Aos 29 de abril juntam-se uma grande platéia
Para cantar os parabéns de Colônia do Gurguéia
Completa em 2007
15 anos de idade
Venha brindar com a gente
Em nossa ilustre cidade
Como amigo de nós todos viemos te convidar
Você não pode faltar a essa comemoração
Traga também a família para gozar essa alegria
Recebê-los em Colônia será uma satisfação
Saiba que sua presença
Será muito importante
Em Colônia do Gurguéia
Na festa de Debutante.
(Adelmir Andrade)
14/04/2007
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O FUTURO É AGORA
A Colônia é abençoada por Deus o nosso Senhor
Que aqui plantou o amor e deu para cultivarmos
Dessa semente divina muitos frutos já brotaram
Nos corações dos colonos o amor não há de faltar
Vejo a luz de um novo dia presente em cada olhar
Anunciar nova aurora que está preste a chegar
Trazendo paz e alegria para este povo lutador
Em Colônia do Gurguéia o futuro já chegou
Brindemos com alegria esse novo amanhecer
Vivamos intensamente esse momento de glória
O povo coloniense é digno de merecer
Chegar feliz no futuro que se apresenta, é agora.
(Adelmir Andrade)
14/10/2008
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COLONO DE MÃOS CALEJADAS
Quando a colônia nascia, os anjos diziam amém.
Enquanto os ventos benfazejos sopravam aqui nesse chão
Deus dizia ao Piauí: Receba a filha que vem
Acolher os meus filinhos dessas bandas do sertão
As muitas mãos calejadas já sofridas da labuta
Desbravaram estas paragens e faziam com amor
Jamais elas se negaram a enfrentar essa luta
E hoje se orgulha dos calos que o tempo não apagou
O suor que escorria do rosto de um colono
Descia na boca dele que o lambia com prazer
Foram tantos longos anos empregados nesse plano
Mas o colono valente sabia que ia vencer
Cada dia trabalhado era um obstáculo vencido
E a Colônia do Gurguéia estava sendo construída
O colono não demonstrava nem um sinal de cansaço
Porque enquanto houvesse dia havia também obstáculo.
Quando o colono via o dia se acabar
Pegava o rumo de casa, corria para o seu lar.
Depois da singela janta ele ia se deitar
E o cansaço do corpo cantava para lhe ninar
(Adelmir Andrade)
14/10/2008
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RETRATO DE SI MESMO
Peregrino de dura jornada
Caminhando em busca do além,
Pé fincado no pó da estrada,
À espera do bem, que tarda, mas vem.
É Longa às vezes ,à espera
Não se deve ter ilusão,
Na luta da vida se opera,
Do mundo a transformação
Caminhando se abre estrada,
Em busca do nosso porvir
Da vida feliz e sagrada,
Do reino de Deus que há de vir.
Padre José de Anchieta Mauriz Cortez
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